Domine uma das técnicas mais inovadoras da neuromodulação e amplie suas possibilidades terapêuticas.
É um curso completo que une sólida fundamentação científica e muita prática clínica, preparando você para aplicar a técnica com segurança, raciocínio clínico e embasamento em evidências.
A Neuromodulação Vagal vem revolucionando a forma de tratar pacientes com dor, ansiedade, distúrbios do sono, cefaleias, disfunções autonômicas e diversas outras condições clínicas. Com o avanço das pesquisas científicas, a estimulação do nervo vago tornou-se uma das estratégias terapêuticas mais promissoras da atualidade.
Aprenda com embasamento científico
atualizado e protocolos baseados
nas melhores evidências disponíveis.
Aprenda na prática a aplicar
protocolos com segurança e
confiança no atendimento
Esta formação é destinada a profissionais da saúde que desejam incorporar a Neuromodulação Vagal Auricular e Cervical à prática clínica, ampliando seus recursos terapêuticos com base em evidências científicas.
O exercício profissional deve sempre observar a legislação vigente e as normativas específicas do respectivo conselho profissional.
Ao longo de 30 horas de formação híbrida, você aprenderá desde a anatomia e os mecanismos de ação do nervo vago até a aplicação prática da estimulação vagal auricular (taVNS), cervical (tcVNS) e da fotobiomodulação vagal.
Além disso, terá acesso a protocolos clínicos, discussão de casos reais, materiais exclusivos e ferramentas que poderão ser utilizadas imediatamente na sua prática profissional..
Se você deseja oferecer tratamentos modernos, ampliar seus recursos terapêuticos e se destacar na área da reabilitação e da neuromodulação, esta formação foi feita para você.
O curso de Formação em Neuromodulação Vagal Auricular e Cervical ocorre por meio de contrato de parceria com a FAPSI – Faculdade, credenciada pelo Ministério da Educação (Portarias nº 1.811/2019 e MEC nº 763/2021).
Conteúdo atualizado com os principais estudos sobre neuromodulação vagal e aplicação clínica segura.
Aprenda na prática a utilizar as três abordagens com protocolos e treinamento supervisionado
Aplicações voltadas para dor crônica, ansiedade, sono, cefaleias, DTM, fibromialgia e reabilitação
Tenha acesso a materiais exclusivos.
Módulo 1 — Introdução à neuromodulação vagal
O que é VNS, tVNS, taVNS e tcVNS.
Diferença entre VNS invasiva e estimulação vagal transcutânea.
Diferença entre estimulação vagal elétrica, auricular, cervical e fotobiomodulatória.
Por que o nervo vago se tornou um alvo terapêutico.
Sistema nervoso autônomo: simpático, parassimpático e equilíbrio autonômico.
Nervo vago, inflamação, dor, emoção, sono e comportamento.
Aplicações clínicas atuais e potenciais da neuromodulação vagal.
Limites da técnica e importância do raciocínio clínico baseado em evidências.
Módulo 2 — Anatomia aplicada do nervo vago
Origem e trajeto do nervo vago.
Núcleo do trato solitário.
Conexões com locus coeruleus, sistema límbico, tronco encefálico e córtex.
Relação entre nervo vago, sistema autonômico, eixo neuroimune e controle da dor.
Ramo auricular do nervo vago.
Territórios auriculares: concha, concha cimba, concha cava, tragus e lóbulo.
Ramo cervical do nervo vago.
Anatomia cervical aplicada à estimulação vagal.
Cuidados com estruturas vasculares, nervosas e sensíveis da região cervical.
Diferenças práticas entre estimulação auricular e estimulação cervical.
Módulo 3 — Mecanismos de ação
Modulação autonômica.
Reflexo anti-inflamatório colinérgico.
Modulação da dor.
Vias descendentes inibitórias.
Noradrenalina, acetilcolina e excitabilidade cortical.
Relação entre nervo vago, sono, ansiedade, estresse e comportamento.
Relação entre estimulação vagal e controle inflamatório.
Mecanismos da fotobiomodulação na modulação neural, inflamatória e autonômica.
Biomarcadores possíveis: frequência cardíaca, variabilidade da frequência cardíaca, limiar sensitivo, escalas clínicas e resposta sintomática.
Módulo 4 — Equipamentos, eletrodos e montagem
Tipos de estimuladores.
Equipamentos dedicados para taVNS.
Equipamentos para tcVNS.
Diferença entre equipamento clínico, experimental e adaptado.
Tipos de eletrodos auriculares.
Eletrodos cervicais.
Condutividade, gel, fixação e impedância.
Equipamentos de fotobiomodulação: laser vermelho, laser infravermelho, LED, ponteiras, óculos de proteção e dosimetria básica.
Diferença entre laser, LED, laserpuntura e fotobiomodulação transcutânea.
Higiene e biossegurança.
Cuidados com pele, desconforto local e segurança durante a aplicação.
Módulo 5 — Segurança, contraindicações e triagem
Pacientes com marca-passo ou dispositivos implantáveis.
Arritmias e doenças cardiovasculares instáveis.
Epilepsia não controlada.
Gestação.
Feridas, infecção ou dermatite no local de aplicação.
Hipotensão, síncope e tontura recorrente.
Uso de medicamentos que alteram resposta autonômica.
Red flags neurológicas, cardiovasculares e psiquiátricas.
Eventos adversos leves: desconforto, irritação cutânea, tontura, cefaleia e náusea.
Critérios para interromper a sessão.
Cuidados específicos na estimulação cervical.
Segurança em fotobiomodulação: proteção ocular, fotossensibilidade, pele lesionada, região cervical anterior, tireoide, neoplasias e limites de aplicação.
Quando encaminhar o paciente para avaliação médica ou multiprofissional.
Módulo 6 — Avaliação clínica antes da tVNS
Anamnese direcionada ao sistema autonômico/ Identificação de sinais de hiperatividade simpática e disfunção autonômica/ Dor: EVA/NPRS, DN4, BPI e PCS./ Sono: PSQI e ISI.
Ansiedade e estresse: GAD-7, BAI e PSS-10.
Cefaleia: HIT-6 e MIDAS/ DTM: DC/TMD, dor orofacial e limiar de dor à pressão.
Reabilitação: fadiga, função, força e controle motor / Frequência cardíaca e variabilidade da frequência cardíaca como recursos de monitoramento/ Definição de objetivos terapêuticos/ Critérios de indicação, acompanhamento e resposta clínica.
Módulo 7 — Fotobiomodulação vagal auricular e cervical/ Diferenças entre estimulação elétrica vagal e fotobiomodulação vagal/ Fotobiomodulação como recurso bioenergético, anti-inflamatório e neuromodulador/ Mecanismos celulares da fotobiomodulação: citocromo c oxidase, ATP, óxido nítrico, espécies reativas de oxigênio e modulação inflamatória/ Racional anatômico da aplicação auricular: concha, cymba conchae, cavum conchae, tragus e territórios relacionados ao ramo auricular do nervo vago.
Racional anatômico da aplicação cervical: trajeto cervical do nervo vago e cuidados com estruturas vasculares e sensíveis/ Parâmetros fundamentais: comprimento de onda, potência, energia, tempo de aplicação, área irradiada, densidade de energia e modo de emissão/ Fotobiomodulação auricular aplicada à modulação autonômica, dor, sono, ansiedade, DTM e cefaleia/ Fotobiomodulação cervical aplicada à regulação autonômica e modulação inflamatória/ Cuidados de segurança na aplicação auricular e cervical.
Módulo 8 — Prática de taVNS auricular
Reconhecimento anatômico da orelha.
Marcação dos principais pontos auriculares.
Diferença entre tragus, concha, cymba conchae, cavum conchae e lóbulo.
Escolha do local de estimulação auricular.
Posicionamento de eletrodos auriculares.
Ajuste individualizado da intensidade.
Percepção sensitiva adequada.
Tempo de aplicação e organização da sessão.
Registro dos parâmetros utilizados.
Monitoramento durante e após a aplicação.
Aplicação de fotobiomodulação auricular.
Diferença entre eletrodo auricular e ponteira laser/LED/ Associação entre taVNS e fotobiomodulação auricular/ Simulação de protocolos para dor, sono, ansiedade, cefaleia e DTM.
Módulo 9 — Prática de tcVNS cervical
Anatomia cervical aplicada.
Localização segura da região de aplicação.
Cuidados com estruturas vasculares, nervosas e sensíveis.
Posicionamento do paciente.
Posicionamento dos eletrodos cervicais.
Estimulação unilateral e critérios de escolha do lado.
Ajuste individualizado da intensidade.
Monitoramento de sinais autonômicos.
Critérios para interromper a aplicação.
Aplicação cervical de fotobiomodulação.
Dosimetria conservadora e segurança na região cervical.
Associação entre tcVNS e fotobiomodulação cervical.
Diferenças entre estimulação cervical clínica e estimulação auricular.
Módulo 10 — Protocolos integrados e casos clínicos Construção de protocolos com taVNS auricular, tcVNS cervical e fotobiomodulação vagal. Protocolos para dor crônica, fibromialgia, DTM, cefaleia, ansiedade, sono, fadiga e reabilitação.
Quando usar estimulação auricular./ Quando usar estimulação cervical./ Quando associar fotobiomodulação./ Quando evitar a associação de técnicas./ Como definir frequência semanal, número de sessões, tempo de aplicação e critérios de progressão.
Como monitorar resposta clínica e ajustar o protocolo./ Discussão de casos clínicos reais e simulados./ Ficha de atendimento, termo de consentimento, registro de parâmetros e acompanhamento dos resultados.
Entregue no final do curso, após a conclusão de todas as atividades propostas no cronograma
IPES Cursos — Desde 2002 formando acupunturistas de excelência
Av. Sumaré, 797 — Jardim Sumaré — Ribeirão Preto/SP
